terça-feira, 25 de novembro de 2008

Cobrindo o Tédio


Estava em casa um dia desses, dia que nada é legal o suficiente para divertir, desses dias super intediantes, que você topa qualquer coisa para se manter ocupada. Meu pai tava de folga do trabalho, e minha mãe em mais uma viagem ao interior do estado. Internet tava um porre, nunca mais acompanhei uma novela se quer, e na rádio tocava música eletrônica (nada contra, só não é o melhor som pra ouvir em dias como esse, pelo menos não pra mim). Meu pai sempre foi fanático por futebol, ele e meu irmãozinho sempre fizeram birra pra controlar a tv maior em dia de jogo...o que chega a ser, deixa eu ver, quase todo dia!!! Então, eu, com o meu super poder de tirar as pessoas do sério, sentei na sala, ao lado do meu irmãozinho para acompanhar o jogo com eles...tenho que confessar que foi divertido! Apesar da minha aversão à futebol, esse dia me agradou muito, vejam bem: Mengão (uôôh, meeengooo) x Vasco. É claro que só foi divertido por causa que o papai e o pirralho torcem pro Vasco. Na minha grande experiencia e exepcional dom de irritar, comecei a fazer perguntas sobre as regras do jogo, umas eu conhecia, mas em geral, não fazia idéia do porquê do impedimento. O Jairzinho foi o primeiro a perder a paciência: "Ah, fica quieta Mariana. Deixa a gente assistir o jogo!!" estava oficialmente iniciada a temporada de encheção de saco. "Mas eu só perguntei por que o careca feioso levou cartão, poxa, só é isso Jair, dava pra você me contar, por favor?!!" Hehehehe. "Ô paiê, olha a Mari aqui!! Diz pra ela se calar, por favor." "..." cri-cri-cri... Adooooro meu pai!! Já tava dormindo no sofá!!! "Pegaaa!" gol do vasco. "Gooooool, meeengoo!!" nem preciso dizer a reação do Jairzinho né?!! Desde então, nenhum outro jogo foi igual. Eu continuei com o ritual até que eles desistissem de assitir a todo jogo que passasse...agora, eles só assitem aos jogos do time da casa, ou as decisões importantes pro jogo. Até hoje não sei o nome de nenhum jogador, soh o Edimundo, lógico. O Jairzinho quase teve um treco quando eu o chamei de careca feioso!!


bju :**

by: Mari Almeida/

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Coisa de louco.



A vida é mar
cada por traumas, todo mundo sabe disso. A minha em especial, é uma coisa de louco! Nunca vi coisa parecida. Só pra começar a lista, tem aquela(s) vez(es) que o carro me molhou: lá estava eu, toda arrumadinha pro recital de ballet, com o coque mais apertado do mundo, gel de cabelo até na alma, maquilagem com muuuuito glitter, esperando, na parada do ônibus, o tiozinho ter a bondade de aparecer pra eu subir e seguir caminho ao meu show. Mas, nããão, o cara tinha que atrasar justo naquele dia, o mais úmido e chuvoso do ano! Aí, impaciente como sempre, levantei do banco pra tentar avistar o bendito meio de transporte. Aconteceu. Um Fiat vermelho passou, na maior velocidade do mundo, por cima de uma poça de lama, fazendo jorrar toda aquela água imunda sobre a minha pequeníssima pessoa! Foi-se tudo: cabelo, collant, maquilagem, boa parte do glitter! AI QUE ÓDIO! foi meu primeiro pensamento, o bom é que minha mãe me ensinou a não falar palavras feias, porque, caso contrario, o cidadão (porque são só os homens que fazem tais crueldades) teria arranjado tanta mãe aquele dia!



Sem mencionar da vez que o macaco fugiu no zoológico pra me pegar. Aquele taradinho!!!Vou contar: minha turma da sétima série foi à uma excursão no zoo da nossa cidade, e é claro, como toda boa curuminha que num pára quieta, eu e minhas amigas resolvemos ir tomar refri daquelas maquininhas de refrigerante de latinha (umas que tu coloca a cédula, aperta botão e espera a latinha rolar pelo buraco). Por um infeliz acaso, a máquina ficava do lado do lago dos macacos-aranha. Desastre. Por um outro infeliz acaso, era hora de alimentar os bichos, e como o lugar onde eles ficam é cercado por um fosso, os funcionários só chegam lá de canoa. Aí imagine a cena: o tiozão atravessou o fosso e deixou o barquinho na beiradiha pra poder deixar a comida dos macacos certinho, aí, um gaiato, que minhas amigas batizaram de "taradinho", (não me pergunte como) remou até o nosso lado da região. No começo, todo mundo achou divertido, "nossa, que interessante", mas o bicho pirou. Ele começou a correr solto no zoo, e, como sou imã pra desastre, ele pulou logo em cima de quem?? De mim! A mais desesperada de todas! Foi uma gritaria só. Eu, toda esganiçada e descabelada, o taradinho, todo enxeridinho, e o administrador do zoo, mais tarde, gritando com o tiozão da alimentaçao, e tadinho, nem foi culpa dele.


Hoje a gente ri desses acontecimentos. Mas eu não consigo evitar a vergonha quando meu tio resolve narrar os fatos para a galera quando tem almoço na piscina de casa. Coisa de louco, mesmo.





ATENÇÃO: a narrativa acima não é fato verídico,
apenas foi baseada em histórias contadas pelo círculo
social da autora, ou , vivida pela mesma. Obrigada.

À primeira vista...

(limpando a garganta)...hum...então, oi. Meu nome é Ananda Cruz, e eu resolvi pirar.
Acho que não adiantaria muuuita coisa se eu pedisse para ignorar as mensagens, afinal, o que estaria pensando uma garota que publica mensagens para não serem lidas? (pfff) Mas, apesar de tudo, decidi que estava na hora de compartilhar meus textos com o público; não deve ser um público muito grande, mesmo porque eu estou começando agora...então, tentem ignorar eventuais erros e enganos.
Muita gente cria blogs para fazer críticas, denúncias, exposições de pontos de vista; mas eu estou aqui mesmo é para disponibilizar as histórias que escrevo (o que não vêm a ser grande coisa).
Peço a compreenssão de todos: o que está por vir aqui nessa página são apenas frutos da imaginação muito bem alimentada de uma garota de 14 anos, que, deixando os medos de lado, criou uma área para expor suas simples obras. Por acaso, as mensagens são todas inspiradas em fatos reais...caso seja diferente, um P.S.: será adicionado ao fim do texto.



Aos amigos que me influenciaram a escrever, o meu muito obrigada.
Aos amigos que tiveram paciência com as histórias, o meu muito obrigada.
Aos indivíduos que se interessaram por este blog, o meu: caraca, tu é ninja, véi!
Ao único Deus, a minha eterna gratidão pela graça e pela misericórdia a mim concedida.